Opel Corsa



A preparadora Steinmetz deixou o Corsa de 4ª geração com ar invocado. A principal vantagem desta preparação é que a empresa é uma especialista em automóveis fabricados pela subsidiária da General Motors na Europa. Tanto que tudo que está neste Corsa foi calculado para não atrapalhar o bom funcionamento do modelo.
O Corsa elaborado pela Steinmetz tem kits aerodinâmicos, rodas exclusivas, molas recalibradas, escapamento redimensionado com ponteira rectangular e grade do radiador. Por fora, os detalhes que causam maior impacto são o spoiler dianteiro e a grade do radiador em preto fosco, que, em conjunto, formam um desenho quadriculado. As rodas do Corsa Steinmetz são de aro 17”, calçadas com pneus desportivos de perfil baixo. Na parte traseira, os itens que deixam o modelo mais invocado são o aerofólio e a ponteira cromada.
No interior, os acessórios que geralmente são fabricados de borracha ou de plástico injetado em automóveis de série foram substituídos por alumínio. Até a alavanca de câmbio recebeu manopla fabricada com o metal leve.
O motor do Corsa elaborado pela empresa é o mesmo que equipa a versão GSi original. Trata-se de um quatro cilindros de 1,6 litro turbinado. A potencia máxima é de 150 cv a 5.000 rpm e o torque é de 28,5 kgm a 2300 rpm. Para chegar aos 100 km/h, o hatchback da Opel demora 8,1s.


Peugeot 308 GT



A Peugeot deve, em breve, ser a primeira empresa a apresentar um híbrido a diesel, o 308 CC, mas os esforços da empresa em ter motores mais limpos não se limitam ao futuro próximo. Prova disso é o 308 GT THP, um desportivo de 175 cv com motor 1,6-litro de quatro cilindros. O segredo desse belo motor, desenvolvido em conjunto com a BMW, é simples: turbo compressor.

Com ele, o motor 1,6-litro tem, além da bela potência, um torque de 264 Nm a meros 1.600 rpm. Com isso, o novo hatch médio francês oferece uma performance semelhante à de seu antecessor, o 307 2.0 Feline 180, que tinha 180 cv, como seu nome denuncia, mas emissões de dióxido de carbono 10% maiores. O consumo do motor 1,6-litro turbo também é pouco mais de 10% melhor que o do 2-litros e a velocidade final do novo hatch é 5 km/h mais alta (bate nos 225 km/h).

São tantas as vantagens que o novo modelo apresenta que o mundo já começa a se perguntar que sentido há em aproveitar tão mal o combustível só por causa da velha máxima de que “não há substituto para centímetros cúbicos”. Há, sim, e as desvantagens de manutenção já não justificam mais um modo tão antiquado de pensar.


BMW



Foi-se o tempo que o “trio de ferro” formado por General Motors, Ford e Chrysler detinha um poder incontestável nos Estados Unidos. Tradicionais e históricas, as montadoras norte-americanas sucumbiram à organização de japoneses e à qualidade e tecnologia dos alemães.
Na mais recente edição de marcas mais admiradas do mundo, promovida pela revista Fortune, a BMW conquistou o 1º lugar entre as empresas ligadas ao sector auto motivo – a marca alemã foi a 14ª mais bem colocada em toda a pesquisa.
Em seguida vem a Toyota, maior montadora do mundo, após superar a deficitária General Motors. Em 3º outra alemã, a Daimler, dona da marca Mercedes-Benz, à frente da Honda, Volkswagen e Volvo.
Apenas depois da Nissan, surge a General Motors, com média de 5,86 pontos. A Ford fecha a lista das 15 mais e a Chrysler, por ter se separado recentemente da Daimler, não foi citada.
Na pesquisa, a Fortune leva em conta nove quesitos: inovação, gestão de pessoas, utilização de ativos corporativos, responsabilidade social, qualidade de gestão, solidez financeira, investimentos de longo prazo, qualidade de produtos e serviços, e competitividade global. Ah, sim, a Apple, de Steve Jobs, foi a 1ª colocada no ranking geral.